17 março 2005
john constantine ...
14 março 2005
o cordão umbilical ...
13 março 2005
de vez em quando ...
10 março 2005
viva a futilidade ...
03 março 2005
notas rápidas ...
- Eu definitivamente não consigo dormir cedo quando tô em casa. Não sei porque. Eu tava dormindo tão cedo na minha viagem pra BH, meia-noite no máximo (e detalhe, no horário de verão). Pior que quando eu deixo pra dormir tarde, eu não consigo mais pegar no sono. E ainda me bate uma tristeza, não sei o porquê disso. I need professional help, definitely.
- O post anterior foi um pouco mentiroso, eu sou feliz sim, de vez em quando, mas sou feliz. Algumas coisas me deixam muito triste, coisas que eu ainda não consegui mudar, nem lidar. Mas estaria mentindo se dissesse que NUNCA sou feliz. Enfim.
- Eu queria que mais pessoas visitassem esse blog, eu fico desdenhando das poucas que visitam, mas na verdade eu queria que mais e mais pessoas visitassem, comentassem, avacalhacem, criticassem, aconselhassem, assem, assem (no inferno, hehehe, brincadeira. entenderam a piada?!).
- That's all, folks.
02 março 2005
felicidade!?
"Felicidade é a certeza de que nossa
vida não está se passando inutilmente."
Assistindo ao Fantástico um dia desses, deparei com uma matéria sobre felicidade. Na verdade, era um pesquisa que o jornalístico dominical tinha feito a respeito de como as pessoas se vêem felizes. Feliz porquê: têm um emprego bom, têm filhos, têm saúde, têm alguém para amar, têm do que se orgulhar na vida? Você é feliz? Por quê? Eu me fiz essa pergunta e, SURPRESA, não encontrei motivos para ser feliz. Não, eu não tenho emprego. Não, não tenho filhos. Não, não sou uma pessoa considerável saudável. Não, não tenho alguém para amar. E não, ainda não tenho do que me orgulhar da vida. Mas isso não é novidade para ninguém que perde tempo lendo esse blog. Só sei de uma coisa: SIM, EU QUERO SER FELIZ. UM DIA. =)
22 fevereiro 2005
mudança de humor ...
Artista: Muse
Música: Feeling Good
Birds flying high
You know how I feel
Sun in the sky
You know how I feel
Reeds driftin' on by
You know how I feel
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good
Fish in the sea
You know how I feel
River running free
You know how I feel
Blossom in the tree
You know how I feel
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good
Dragonfly out in the sun you know what I mean, don't you know
Butterflies all havin' fun you know what I mean
Sleep in peace when the day is done
And this old world is a new world
And a bold world
For me
Stars when you shine
You know how I feel
Scent of the pine
You know how I feel
Yeah freedom is mine
And I know how I feel
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good
cai da cama hoje ...
14 fevereiro 2005
eu voltei ...
11 janeiro 2005
estou de férias ...
24 dezembro 2004
23 dezembro 2004
mais um ano que se passa ...
24 novembro 2004
sem nada para fazer?
- Vocês conhecem o blog da minha amiga Karla Soares: www.mustpass.blogger.com.br?
- Vocês conhecem o blog do meu amigo Pedro Loureiro: www.nowhereland.blogger.com.br?
- Vocês conhecem o fotolog do meu irmão: www.fotolog.net/romeureis?
- Não conhecem nada disso? Então não percam tempo.
23 novembro 2004
menos mal ...
17 novembro 2004
só esperando. até quando?
10 novembro 2004
mais uma entrevista ...
18 outubro 2004
essa eu quero ver!
06 outubro 2004
ai ai, televisão ...
05 outubro 2004
hoje eu quero é ser piegas ...
Belém, capital do estado do Pará, pouco mais de 1 milhão de habitantes, rodeada pela Baía do Guajará, cidade das mangueiras, do brega, do carimbó, das chuvas diárias, do tacacá, do pato no tucupi, da maniçoba, do Círio de Nazaré, do Paysandu (maior e melhor time do Norte), do Remo (coitados, já sofreram tanto que nem tenho mais vontade de avacalhar), da Tuna Luso Brasileira, etc. Aqui moro há 20 anos (morei 01 ano em Belo Horizonte quando tinha acho que 2, 3 anos), aqui mora quase toda a minha família relativa a minha mãe (a outra relativa ao meu pai mora em Belo Horizonte). Não vou negar, muitas vezes pensei em deixar essa cidade. Muitas vezes falei mal dela pra quem quisesse ouvir. Mas, de fato, nunca deixei de amar Belém (lembrem-se que serei piegas sempre nesses posts). Sempre que penso em sair daqui, ir morar em um grande centro, antes de me decidir ir embora realmente, já começa a bater uma saudade. Aqui nasci, aqui cresci, aqui estudei, aqui conheci pessoas (muito poucas, é bem verdade, e muitas nunca mais vi, o que eu lamento sempre), aqui já sofri bastante e continuo sofrendo, mas claro, também tive muitas alegrias. Lembro-me da minha infância alegre, a qual passei grande parte morando no Conjunto Satélite (todo mundo de Belém conhece).
Brincadeiras nas ruas, jogava bola, jogava peteca, brincava de taco (só um dia desses fui saber que aquela velha brincadeira de taco é também um esporte em vários países de colonização inglesa, nada mais que o cricket, conhecem?), pira-se-esconde, pira-mãe, pira-alta, bandeirinha, polícia e ladrão, queimada, fura-fura, tanta coisa. O que eu menos vazia era ficar em casa, vivia na rua, o dia inteiro. Era chegar da aula de manhã, almoçar e ir pra rua. Ai umas 6, 7 horas da noite a gente entrava e ia tomar banho e comer alguma coisa, e depois voltava pra rua de novo, e ficava brincando até umas 10, 11 horas. Eu acho triste, a gente não vê mais quase isso por aí. Foi uma época mágica, me orgulho muito da minha infância. Me lembro que nos fins-de-semana meus pais levavam meu irmão e eu na Praça da República ou na Praça Batista Campos, pra gente ficar brincando por lá. Especiais também eram os passeios no Bosque Rodrigues Alves, o mítico Castelo de Greyskull (é assim que se escreve?), o passeio de canoa no lago. Eu morria de vontade de tirar foto naqueles cavalinhos de madeira que tinham (não sei se ainda existem) lá no Bosque, mas esse desejo sempre me era negado. Me lembro também de ir à Mosqueiro de ônibus porque a gente não tinha carro naquela época, e era uma festa só. Ir chupando laranja a viagem inteira, chegando lá comprava logo uma pipa e ficava empinando o dia inteiro até a hora de ir embora.
Enfim, a minha infância daria um livro bem interessante, muitas histórias pra contar. Já a adolescência foi muito conturbada, toda aquela alegria da infância parece que foi esquecida e os anos da puberdade foram os piores da minha vida, posso dizer assim. Até meus 12, 13 anos eu ainda fazia todas essas molecagens de ficar o dia inteiro na rua e etc. Mas começaram a aparecer as obrigações na minha vida e outros problemas me levaram a passar por uma época sombria. E nessa época eu comecei a odiar Belém, e cada vez que eu visitava outros locais, me sentia menos pertecente a essa cidade e queria sair daqui de qualquer jeito. Quando chegou a época de prestar o vestibular cheguei a cogitar a possibilidade de voltar para Belo Horizonte e tentar entrar na UFMG. Mas é como eu disse no ínicio, cada vez que eu pensava em deixar minha cidade pra trás, toda a minha história vivida nessa cidade, batia logo uma saudade, e eu como sempre me desfazia da vontade de sair daqui. E aqui ainda estou e não sei se um dia daqui sairei. Eu amo Belém, eu amo o Pará, aqui é o meu lugar!