Tirei férias das minhas férias. Como assim? Estou em Belo Horizonte de férias das minhas férias do ano todo que tenho tirado em casa. Volto dia 20.01, portanto me aguardem.
11 janeiro 2005
24 dezembro 2004
23 dezembro 2004
mais um ano que se passa ...
É, mais um ano que se passa. E eu continuo buscando um sentido para a vida. Esse ano para mim pode ser resumido em uma palavra: NADA. Por quê NADA? Porque nesse ano eu não fiz nada, absolutamente nada. Fiquei a maior parte do tempo trancafiado. Primeiro num apartamento rídiculo de pequeno e agora numa casa, numa vila, onde os carapanãs (muriçocas, pernilongos, etc.) criam seus filhos e o calor é intenso. Bá, eu não vivi esse ano. Eu não arrumei emprego, eu não estudei, eu não fiz academia, eu não fiz dieta, eu não parei de fumar ... EU NÃO FIZ NADA. E isso foi péssimo, está sendo péssimo, continuará sendo péssimo, pra sempre. O quê esperar de 2005? Todo ano eu digo pra mim mesmo: esse é o MEU ano. Esse ano acho melhor eu ficar calado, né?
24 novembro 2004
sem nada para fazer?
- Vocês sabiam que eu tenho um fotolog : www.fotolog.net/thiagoreis?
- Vocês conhecem o blog da minha amiga Karla Soares: www.mustpass.blogger.com.br?
- Vocês conhecem o blog do meu amigo Pedro Loureiro: www.nowhereland.blogger.com.br?
- Vocês conhecem o fotolog do meu irmão: www.fotolog.net/romeureis?
- Não conhecem nada disso? Então não percam tempo.
- Vocês conhecem o blog da minha amiga Karla Soares: www.mustpass.blogger.com.br?
- Vocês conhecem o blog do meu amigo Pedro Loureiro: www.nowhereland.blogger.com.br?
- Vocês conhecem o fotolog do meu irmão: www.fotolog.net/romeureis?
- Não conhecem nada disso? Então não percam tempo.
23 novembro 2004
menos mal ...
Me retornaram lá da entrevista de emprego. Vou fazer outra entrevista dia 06.12. Confesso que estou otimista. Preciso desse emprego, realmente. Eu noto que quando eu fico na iminência de arranjar um emprego, eu fico mais feliz, fico motivado, começo a traçar objetivos, coisas que normalmente eu não faço. Espero que dessa vez dê tudo certo. Eu mereço. =)
17 novembro 2004
só esperando. até quando?
A entrevista foi quarta-feira, o contato foi prometido para essa semana. Hoje é quarta-feira de novo, uma semana se passou e nada. Eu só posso esperar. Dizem que o certo é esperar, pelo menos os que escreveram que se deve esperar devem entender mais do negócio que eu. Até quando vou "levar o farelo", como dizem aqui onde eu moro? E não adianta, eu não sou otimista. Ponto final.
10 novembro 2004
mais uma entrevista ...
Depois de tempos sem fazer uma entrevista de emprego, farei uma hoje (quarta-feira). Lá vou eu de novo tentar convencer alguém a me empregar. Não vou dizer que tô confiante porque já peguei até um trauma de ficar extremamente confiante, achar que a hora era aquela, e no final não dar em nada. Mas a esperança é a última que morre, já disse algum dia o rei dos otimistas. Eu sou do time oposto, mas quero esperar mais uma pra ver. Mais tarde dou mais detalhes.
18 outubro 2004
essa eu quero ver!
Quero ver se alguém me conhece de verdade. Nesse endereço euthiago.friendtest.com eu coloquei 10 perguntas para testar o conhecimento daquelas pessoas que tem a pretensão de achar que me conhecem de verdade (Hahaha, quem eu tô querendo enganar? Nem eu me conheço de verdade). Ou para aqueles que querem me conhecer um pouco. Só que não dá pra saber as respostas e só no final aparece a pontuação. Mas sei lá, quem tiver sem nada pra fazer, vai lá!
06 outubro 2004
ai ai, televisão ...
Eu sou viciado em televisão. assisto de tudo, qualquer hora. Ultimamente me viciei nos seriados da Warner e da Sony. Friends é o maior vício, fica até esperando a hora de passar. 19:30h de segunda a sexta, 20h dia de terça, e as reprises todos os dias às 03:00h. The O.C também gosto, todas as quartas, 20h, reprises quinta 02:00h e 14:00h, domingo 20:00h e segunda 01:00h. Everwood, toda quinta 21:00h, reprise sexta 14:00h e sábado 17:00h. Ah, e O Aprendiz também é legal, toda quarta 20:00h e 23:00h e reprise domingo 20:00. Eu não sou mais adolescente, mas assisto Malhação todo dia também na Globo, 17:30h de segunda a quinta. Eu hein, sei o horário de tudo que passa na TV quase. E mais uma vez ontem eu vi o VMB, eu vejo todo ano, porquê não veria esse ano? O Selton Mello eu achei muito sem gracinha, depois que ele participou das duas últimas temporadas de Os Normais, ele passou a falar que nem o Luis Fernando Guimarães, só que sem a graça original. O chilique do Caetano Veloso foi histórico, parar o show duas vezes e ainda xingar a produção foi foda. E já perceberam que no discurso dos ganhadores eles as vezes mandam recadinhos implícitos pra sei lá quem? Estranho esse mundo do showbizz. Pra lá!
05 outubro 2004
hoje eu quero é ser piegas ...
Esse vai ser o primeiro de uma série de posts com o tema "hoje eu quero ser piegas", onde eu declararei meu amor por alguma coisa, algum lugar, alguma pessoa ou algum fato da vida. e para começar, falarei da minha cidade natal, Belém do Pará.
Belém, capital do estado do Pará, pouco mais de 1 milhão de habitantes, rodeada pela Baía do Guajará, cidade das mangueiras, do brega, do carimbó, das chuvas diárias, do tacacá, do pato no tucupi, da maniçoba, do Círio de Nazaré, do Paysandu (maior e melhor time do Norte), do Remo (coitados, já sofreram tanto que nem tenho mais vontade de avacalhar), da Tuna Luso Brasileira, etc. Aqui moro há 20 anos (morei 01 ano em Belo Horizonte quando tinha acho que 2, 3 anos), aqui mora quase toda a minha família relativa a minha mãe (a outra relativa ao meu pai mora em Belo Horizonte). Não vou negar, muitas vezes pensei em deixar essa cidade. Muitas vezes falei mal dela pra quem quisesse ouvir. Mas, de fato, nunca deixei de amar Belém (lembrem-se que serei piegas sempre nesses posts). Sempre que penso em sair daqui, ir morar em um grande centro, antes de me decidir ir embora realmente, já começa a bater uma saudade. Aqui nasci, aqui cresci, aqui estudei, aqui conheci pessoas (muito poucas, é bem verdade, e muitas nunca mais vi, o que eu lamento sempre), aqui já sofri bastante e continuo sofrendo, mas claro, também tive muitas alegrias. Lembro-me da minha infância alegre, a qual passei grande parte morando no Conjunto Satélite (todo mundo de Belém conhece).
Brincadeiras nas ruas, jogava bola, jogava peteca, brincava de taco (só um dia desses fui saber que aquela velha brincadeira de taco é também um esporte em vários países de colonização inglesa, nada mais que o cricket, conhecem?), pira-se-esconde, pira-mãe, pira-alta, bandeirinha, polícia e ladrão, queimada, fura-fura, tanta coisa. O que eu menos vazia era ficar em casa, vivia na rua, o dia inteiro. Era chegar da aula de manhã, almoçar e ir pra rua. Ai umas 6, 7 horas da noite a gente entrava e ia tomar banho e comer alguma coisa, e depois voltava pra rua de novo, e ficava brincando até umas 10, 11 horas. Eu acho triste, a gente não vê mais quase isso por aí. Foi uma época mágica, me orgulho muito da minha infância. Me lembro que nos fins-de-semana meus pais levavam meu irmão e eu na Praça da República ou na Praça Batista Campos, pra gente ficar brincando por lá. Especiais também eram os passeios no Bosque Rodrigues Alves, o mítico Castelo de Greyskull (é assim que se escreve?), o passeio de canoa no lago. Eu morria de vontade de tirar foto naqueles cavalinhos de madeira que tinham (não sei se ainda existem) lá no Bosque, mas esse desejo sempre me era negado. Me lembro também de ir à Mosqueiro de ônibus porque a gente não tinha carro naquela época, e era uma festa só. Ir chupando laranja a viagem inteira, chegando lá comprava logo uma pipa e ficava empinando o dia inteiro até a hora de ir embora.
Enfim, a minha infância daria um livro bem interessante, muitas histórias pra contar. Já a adolescência foi muito conturbada, toda aquela alegria da infância parece que foi esquecida e os anos da puberdade foram os piores da minha vida, posso dizer assim. Até meus 12, 13 anos eu ainda fazia todas essas molecagens de ficar o dia inteiro na rua e etc. Mas começaram a aparecer as obrigações na minha vida e outros problemas me levaram a passar por uma época sombria. E nessa época eu comecei a odiar Belém, e cada vez que eu visitava outros locais, me sentia menos pertecente a essa cidade e queria sair daqui de qualquer jeito. Quando chegou a época de prestar o vestibular cheguei a cogitar a possibilidade de voltar para Belo Horizonte e tentar entrar na UFMG. Mas é como eu disse no ínicio, cada vez que eu pensava em deixar minha cidade pra trás, toda a minha história vivida nessa cidade, batia logo uma saudade, e eu como sempre me desfazia da vontade de sair daqui. E aqui ainda estou e não sei se um dia daqui sairei. Eu amo Belém, eu amo o Pará, aqui é o meu lugar!
Belém, capital do estado do Pará, pouco mais de 1 milhão de habitantes, rodeada pela Baía do Guajará, cidade das mangueiras, do brega, do carimbó, das chuvas diárias, do tacacá, do pato no tucupi, da maniçoba, do Círio de Nazaré, do Paysandu (maior e melhor time do Norte), do Remo (coitados, já sofreram tanto que nem tenho mais vontade de avacalhar), da Tuna Luso Brasileira, etc. Aqui moro há 20 anos (morei 01 ano em Belo Horizonte quando tinha acho que 2, 3 anos), aqui mora quase toda a minha família relativa a minha mãe (a outra relativa ao meu pai mora em Belo Horizonte). Não vou negar, muitas vezes pensei em deixar essa cidade. Muitas vezes falei mal dela pra quem quisesse ouvir. Mas, de fato, nunca deixei de amar Belém (lembrem-se que serei piegas sempre nesses posts). Sempre que penso em sair daqui, ir morar em um grande centro, antes de me decidir ir embora realmente, já começa a bater uma saudade. Aqui nasci, aqui cresci, aqui estudei, aqui conheci pessoas (muito poucas, é bem verdade, e muitas nunca mais vi, o que eu lamento sempre), aqui já sofri bastante e continuo sofrendo, mas claro, também tive muitas alegrias. Lembro-me da minha infância alegre, a qual passei grande parte morando no Conjunto Satélite (todo mundo de Belém conhece).
Brincadeiras nas ruas, jogava bola, jogava peteca, brincava de taco (só um dia desses fui saber que aquela velha brincadeira de taco é também um esporte em vários países de colonização inglesa, nada mais que o cricket, conhecem?), pira-se-esconde, pira-mãe, pira-alta, bandeirinha, polícia e ladrão, queimada, fura-fura, tanta coisa. O que eu menos vazia era ficar em casa, vivia na rua, o dia inteiro. Era chegar da aula de manhã, almoçar e ir pra rua. Ai umas 6, 7 horas da noite a gente entrava e ia tomar banho e comer alguma coisa, e depois voltava pra rua de novo, e ficava brincando até umas 10, 11 horas. Eu acho triste, a gente não vê mais quase isso por aí. Foi uma época mágica, me orgulho muito da minha infância. Me lembro que nos fins-de-semana meus pais levavam meu irmão e eu na Praça da República ou na Praça Batista Campos, pra gente ficar brincando por lá. Especiais também eram os passeios no Bosque Rodrigues Alves, o mítico Castelo de Greyskull (é assim que se escreve?), o passeio de canoa no lago. Eu morria de vontade de tirar foto naqueles cavalinhos de madeira que tinham (não sei se ainda existem) lá no Bosque, mas esse desejo sempre me era negado. Me lembro também de ir à Mosqueiro de ônibus porque a gente não tinha carro naquela época, e era uma festa só. Ir chupando laranja a viagem inteira, chegando lá comprava logo uma pipa e ficava empinando o dia inteiro até a hora de ir embora.
Enfim, a minha infância daria um livro bem interessante, muitas histórias pra contar. Já a adolescência foi muito conturbada, toda aquela alegria da infância parece que foi esquecida e os anos da puberdade foram os piores da minha vida, posso dizer assim. Até meus 12, 13 anos eu ainda fazia todas essas molecagens de ficar o dia inteiro na rua e etc. Mas começaram a aparecer as obrigações na minha vida e outros problemas me levaram a passar por uma época sombria. E nessa época eu comecei a odiar Belém, e cada vez que eu visitava outros locais, me sentia menos pertecente a essa cidade e queria sair daqui de qualquer jeito. Quando chegou a época de prestar o vestibular cheguei a cogitar a possibilidade de voltar para Belo Horizonte e tentar entrar na UFMG. Mas é como eu disse no ínicio, cada vez que eu pensava em deixar minha cidade pra trás, toda a minha história vivida nessa cidade, batia logo uma saudade, e eu como sempre me desfazia da vontade de sair daqui. E aqui ainda estou e não sei se um dia daqui sairei. Eu amo Belém, eu amo o Pará, aqui é o meu lugar!
27 setembro 2004
dizem ...
dizem que na vida, tudo o que resta com o passar do tempo são memórias. e quando alguém não tem do que se lembrar? impossível? talvez. ou não. sei lá. dúvidas existenciais.
09 setembro 2004
pronto ...
quero ver se agora que eu instalei o tal do Haloscan, sugerido por meu caríssimo amigo Pedrox, as pessoas irão finalmente usar o espaço para comentários desse blog.
06 setembro 2004
será ...
que alguém ainda visita esse blog? se você estiver lendo essa mensagem, e portanto estiver perdendo seu tempo visitando um blog abandonado, comente no link abaixo ou clique no X que se encontra no canto superior direito de seu monitor.
26 julho 2004
o tempo não pára
adorei o filme. o cara era muito louco, mas a loucura dele contagia as pessoas. e o Daniel de Oliveira está perfeito. encarnou o próprio! assistam.
18 julho 2004
o tempo destrói tudo
Irréversible - Le temps détruit tout (2003). O que me chamou atenção pro filme inicialmente foi a Monica Bellucci (eu amo essa mulher). Mas pra quem gosta de ver um filme tenso e perturbante (logo no ínicio se você não tiver estômago de urubu, você não continuará vendo o filme), essa é a pedida. A cena mais perturbadora já entrou pra galeria das 10 mais perturbadoras cenas de todos os tempos. Claro, alguns podem não sentir o mesmo, mas pra mim foi. E aviso uma coisa, não é um um filme bacana pra se ver a dois depois daquele jantar romântico. Mas acho que vale a pena assistir, sozinho, acompanhado, tanto faz. Sei lá.
12 julho 2004
What House are you at Hogwarts?

You are a Gryffindor!
If you take this image, please link back to my quiz
on the preceding page. Thank you!
What House are you at Hogwarts? Harry Potter!
brought to you by Quizilla
14 junho 2004
07 junho 2004
como o tempo passa rápido
quando não se tem nada pra fazer. ou melhor, quando se perde tempo fazendo coisas inúteis. eu sou assim, perco tempo demais da minha vida fazendo coisas inúteis: jogando joguinhos de computador, assistindo filmes na televisão e no dvd, escrevendo no blog. julho tá chegando, férias escolares, férias de verão, pelo menos pra quem mora perto do hemisfério norte como eu, as pessoas costumam viajar, a cidade fica vazia. mas eu não vou viajar. não tem nenhum lugar que eu esteja a fim de visitar. santarém? talvez, mas acho improvável. como as coisas são, anos atrás eu esperava ansiosamente pelo mês de julho, o mês que eu viajaria pra alguma praia e iria me divertir aos montes. hoje em dia é só mais um mês qualquer.
30 maio 2004
sempre tem algo pior ...
House of The Dead. ô filminho escroto! pior filme que eu já vi na minha vida. sabe aqueles filmes que vai te dando raiva de assistir? poisé. não aluguem, ou melhor, se quiserem ver algo realmente ruim, essa é a pedida.
29 maio 2004
21 going on 11?
não entenderam o título? nem eu. só sei que eu tava assistindo aquele filme Halloween: Ressureição e me senti com meus 11 anos: assustado, ouvindo barulhos estranhos, achando que alguém estava me seguindo, que tinha uma pantera negra debaixo da minha cama. ainda não entenderam né? é simples, até meus 11 anos eu era um garoto muito, mas muito assustado. não podia ver filmes de terror que eu ficava impressionado, tinha pesadelo, e tudo mais. lembro que eu nunca conseguia assistir um filme sequer da série Sexta-Feira 13 até essa idade. todo mundo assistia e achava legal, mas eu não, eu não achava aquilo nada legal, muito pelo contrário. lembro também de um filme que eu vi uma única vez na minha vida, sobre uma pantera negra que matava as pessoas na cidade. primeiro ela arrancava os braços de um vigilante, depois se escondia debaixo da cama de uma mulher e atacava quando ela se preparava pra dormir. caraca, foram anos eu com medo da pantera estar debaixo da minha cama. eu podia urinar nas calças a noite que eu não levantava, com medo da maldita pantera negra. e aquelas reportagens sobre aliens então, as estórias das abduções. meu deus, era pior que filme de terror pra mim. algumas vezes quando eu ia dormir, de tão impressionado que eu era com essas coisas de aliens, eu sentia minha cama levitar como se estivesse sendo abduzido. eu ficava em choque, congelado, parecia real. até hoje tenho medo de aliens, hehehe. será que eu já fui abduzido? só garanto uma coisa, nunca teve essa onda de sonda!
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